VISITE OLIVEIRA DE FRADES

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PR1 - ROTA DOS RIOS E LEVADAS

  • DIFICULDADE: 4
  • ATIVIDADE: CAMINHADA
  • TIPO DE ROTA: CIRCULAR
  • DURAÇÃO: 3:30 HORAS
  • DISTÂNCIA: 10.900 m

A valorização da beleza natural e dos vestígios da presença humana nesta região está bem marcada em todo o percurso.

As muitas levadas, caminhos e o vale ladeado de muros transformaram declives em lameiros e as escadas antigas utilizadas, em tempos, como serventia para cultivar os terrenos férteis junto ao rio são agora colocados à disposição para uma viagem maravilhosa pelo passado, claramente tomado pela exuberante vegetação.

Não faltam as indicações do percurso e dos locais ligados às lendas e histórias do passado mais distante. As levadas, essenciais para a sobrevivência do povo local por proporcionarem a canalização da água que era fundamental para irrigar os campos, lameiros ou para moer os cereais, são agora utilizadas como trilho durante grande parte do percurso.

A água é outra constante neste percurso, ora caminhando nas margens dos rios e ribeiros, ou afastando-se para contemplar os conjuntos paisagísticos que se formaram e que nos permitem desfrutar da imensa beleza deste local.

Descendo à ponte de pedra, troço do antigo caminho do sacramento, passando a pedra má e seguindo o caminho que o leva até à antiga ponte de pau, no Cadavau, encontrará um local repleto de histórias do imaginário das gentes locais. É também partilhado pelo percurso OFR2 Rota do Gaia e permite o descanso e a observação da mina e poço dos mouros e alguns moinhos antigos.

Não muito longe contemple a beleza da queda de água da foz da ribeira da Lavandeira, despeça-se do percurso OFR2 Rota do Gaia e siga o rio Gaia, pelas levadas do Louredo. Aproximam-se as marmitas de gigante e a zona de lazer de Virela, onde pode descansar e hidratar.

Continue o caminho e comece a reparar no incrível espelho de água da albufeira da barragem de Ribeiradio até atravessar a povoação de Fornelo, onde pode apreciar uma casa solarenga e a capela dedicada a Nossa Senhora das Maias. Dirija-se para a ribeira dos Tombos ou de Pias, onde pode observar as ruínas do antigo lagar de azeite. Percebe-se o nome popular da ribeira dos Tombos e siga através de um exuberante cenário, passando por pequenas cascatas e lagoas de difícil acesso, circulando entre um intrincado de ramos que crescem desordenadamente em todas as direções. Árvores mortas, vivas, arbustos que rompem das pedras, fetos e os sempre presentes líquenes e trepadeiras fazem desta porção do percurso uma das mais espetaculares.

Abandone as margens da ribeira e num ritmo pausado descubra os campos agrícolas e as casas dispersas de Porcelhe e Santa Cruz. Chegará ao fim deste percurso com o pensamento de que talvez fosse mais apropriado chamar-se ‘Rota dos rios e das cascatas’.

A realização deste percurso não é aconselhada a famílias com crianças pequenas devido à sua distância total e aos troços sinuosos, contudo, dados os bons acessos de automóvel, algumas parcelas podem ser realizadas separadamente.

Este percurso pode ser realizado durante todo o ano mas tenha especial atenção aos meses mais quentes do verão e ao piso escorregadio durante os meses mais chuvosos.

PR2 - ROTA DO GAIA

  • DIFICULDADE: 2
  • ATIVIDADE: CAMINHADA
  • TIPO DE ROTA: CIRCULAR
  • DURAÇÃO: 2:00 HORAS
  • DISTÂNCIA: 6.900 m

A ligação entre a natureza, os vestígios recentes da presença humana e as histórias de um passado mais longínquo fica bem patente em todo o percurso.

O percurso começa na antiga estação dos caminhos de ferro (atual sede da Associação: Nova Geração - Grupo Cultural e Recreativo das Maias), em Arcozelo das Maias e após um pequeno “desvio” pelo meio da aldeia, percorra parte da antiga linha do Vouga. Vagueando pelas leiras ainda cultivadas, pelos caminhos agrícolas dos moinhos e antigas levadas chega-se a um dos locais de maior importância e simbolismo para os habitantes da freguesia, o Castro da Coroa. Com todas as histórias de um passado longínquo e de achados com maior ou menor relevância, continue a descida pelos sucessivos socalcos - outrora terrenos de cultivo – e chegará, ao rio Gaia.

Enquanto se habitua à água a fluir, contemple a deslumbrante queda de água da foz da ribeira da lavandeira e sua paisagem envolvente. O percurso prossegue e nesta porção está sobreposto ao percurso OFR1 Rota dos Rios e Levadas. Para os olhares mais atentos, são muitas as marmitas de gigante (erosão provocada pela água nas pedras), de vários formatos e tamanhos, encontradas no leito do rio.

O som da água corrente e o cantar dos pássaros continua a acompanhar esta aventura e, com paciência e algum tempo, é possível observar o guarda-rios que, sem descanso, patrulha as margens do Gaia. À medida que se aproxima do Percurso Interpretativo do Gaia, avista-se a imponente ponte do Gaia que serve a estrada nacional 16 (EN16). A montante encontra-se a ponte de Coifas, uma ponte medieval que integrava a antiga estrada real, assente no espelho de água, que facilmente nos transporta para um cenário bucólico.

Com uma breve passagem no "caminho da Rainha" - estrada nacional substituída pela EN16 – inicia-se a descida, em grande parte, observando o trilho percorrido no sentido ascendente e do outro lado do rio. Na paisagem ribeirinha sobressaem os vários moinhos em ruínas e suas levadas, vestígios de como o homem e a Natureza outrora operaram em harmonia.

Na reta final do percurso e até a Arcozelo das Maias, são visíveis traços de riqueza em casarios graníticos abandonados e que mostram bem a abundância vivida em outros tempos.

Com os devidos cuidados, aconselha-se este percurso a famílias com crianças pequenas. Pode ser realizado durante todo o ano mas tenha especial atenção aos meses mais quentes do verão e ao piso escorregadio durante os meses mais chuvosos.

PR3 - ROTA DOS CABEÇOS

  • DIFICULDADE: 3
  • ATIVIDADE: CAMINHADA
  • TIPO DE ROTA: CIRCULAR
  • DURAÇÃO: 5:00 HORAS
  • DISTÂNCIA: 15.800 m

Envolto em paisagens e geoformas da Serra do Caramulo e atravessando o ponto mais elevado do concelho de Oliveira de Frades, este percurso conta diversas histórias e lendas das aldeias típicas de Varzielas e Bezerreira.

Através das ruas estreitas e com um casario que mistura o granito e o xisto, chega-se ao cruzeiro, local de referência associado ao nascimento da aldeia, onde foram encontrados vestígios da primitiva capela.

A subida até ao ponto mais elevado do concelho, o Alto das Pinoucas (1062 m), permite observar a sul, o vale de Besteiros e a vila do Caramulo; a norte, o vale do Vouga, a Serra do Ladário e na linha do horizonte, as serras de S. Macário, Gralheira e Freita. À medida que se aproxima a pitoresca aldeia da Bezerreira, a paisagem agreste é dominada pelos cabeços em granito. Obviamente que os nomes foram dados pelos antepassados segundo a forma ou o local.

Ao longe são visíveis os Jardins da Bezerreira (lameiros no sopé do povoado), férteis e abrigados onde se cultivavam hortas. São famosos em toda a freguesia por estarem sempre verdes e viçosos dando uma bela entrada à típica aldeia. A Bezerreira, com o seu casario maioritariamente construído em granito é exemplo de vivências antigas, onde a civilização parece não ter chegado. O gado deambula pelas ruas e os habitantes, munidos das suas capuchas em burel, peça obrigatória para as estações mais frias, tratam das camas e das pastagens dos animais.

Com as eólicas no horizonte, percorrem-se caminhos mais recentes, rasgados para a implantação do parque eólico do Caramulo, testemunho dos tempos modernos. Daqui, aconselha-se a visita a um emblemático cabeço - o Cabeço que Abana - sendo necessário o pedestrianista desviar-se, cerca de 1,5 km, do trilho principal (ida e volta).

De regresso, avança-se para o Cabeço da Peste, assim designado pelas gentes locais devido às inúmeras pias de Serlei (geoformas graníticas causadas pela força da erosão). Na explicação popular, este fenómeno com o “cabeço todo furado”, resulta da peste (faíscas durante as trovoadas).

De volta às memórias de tempos antigos e aos terrenos murados em granito, alguns ainda cultivados e onde é possível observar, em bom estado de conservação, a casula do Vale da Dona – pequena construção em granito que servia para proteger os pastores das trovoadas.

Novamente na aldeia da Bezerreira, encontra-se a Capela de Nossa Senhora de Fátima com a sua vista desafogada, sendo ponto obrigatório para tirar fotografias. Inicia-se a descida, pelo “carreiro dos mortos” que acompanha a corga da Ribeira, com diversos locais de culto de gerações passadas, que faziam as suas orações voltadas para a Igreja de Varzielas. Envoltos numa paisagem exuberante, salta a vista toda a flora caraterística dos rios de montanha.

Na ponte da Retorta acompanhe o rio Águeda e deixe-se envolver pelas histórias e lendas de tesouros escondidos da antiga quinta da Solheira, considerada em tempos, a mais rica e produtiva da região. Através de antigas levadas rasgadas nas margens do rio e passando entre rochedos (cabeços da Solheira), a queda de água e as poças do Batoco rematam o trilho à beira rio. No regresso, merecem especial atenção as inscrições da Solheira.

Mesmo antes de terminar o percurso, pode usufruir das agradáveis condições que oferece o parque do Viveiro e recuperar forças, após a longa caminhada.

A realização deste percurso não é aconselhada a famílias com crianças pequenas devido à sua distância total e aos troços sinuosos. Pode ser realizado durante todo o ano mas tenha especial atenção aos meses mais quentes do verão, ao piso escorregadio e aos troços inundados nos meses mais chuvosos.

PR4 - ROTA DOS CAMINHOS COM ALMA

  • DIFICULDADE: 3
  • ATIVIDADE: CAMINHADA
  • TIPO DE ROTA: CIRCULAR
  • DURAÇÃO: 3:00 HORAS
  • DISTÂNCIA: 10.000 m

Pelas ruas antigas das aldeias de Covelo, Arca e Paranho, ladeadas pelo casario rural de granito e xisto, encaixadas num dos vales da encosta norte da Serra do Caramulo, onde os habitantes mais velhos ainda usam trajes típicos dos povos serranos, apresenta-se a rota dos caminhos com alma. Tal como o nome indica, valorizam-se as alminhas, motivo de orgulho para os habitantes e sobre as quais ainda hoje relatam histórias de tempos passados.

Da aldeia do Covelo segue-se pelo antigo caminho do sacramento, um vale fértil, com abundância de água, protegido do frio e do vento e onde ainda são visíveis vestígios do trabalho rural.

Protegida pelos carvalhos e castanheiros envoltos pelas “barbas de velho” (Líquenes plumunária) que pendem dos ramos, surge a famosa pedra “poisadoira”, envolta em histórias e simbolismo devido à sua ancestral função, de poisar os caixões durante os funerais para descansar e rezar.

Na entrada de Arca surgem casarios maioritariamente de granito e a poucos metros ergue-se o imponente Monumento Nacional Dólmen de Arca. Classificado desde 1910, este monumento megalítico testemunha a remota ocupação humana destas terras.

Não muito longe, atravesse o Carvalhedo da Gândara, considerado como a maior mancha nacional contínua de carvalho-alvarinho (Quercus robur). Com a companhia das árvores centenárias, da sombra e do fresco que delas emana, deixe-se envolver pela paisagem invulgar e faça uma paragem para descansar e desfrutar da natureza e da pureza do ar.

O percurso prossegue por campos, carreiros e caminhos rústicos da aldeia de Paranho. As suas ruas estreitas travam a adulteração das marcas que a caracterizam, mas conduzem, simultaneamente, ao abandono dos residentes.

No alto, destaca-se um miradoiro e a capela de Nossa Senhora da Paz. Não muito longe apresenta-se a igreja do Divino Espírito Santo onde se nota o zelo que as gentes locais lhe têm dedicado.

Em direção ao perímetro florestal de Covelo de Arca, repare no Povoado das Mamoas – quase oculto. Diz-se que foi neste local que começou a aldeia de Covelo.

Ainda que rodeado de carvalhos e castanheiros, com a descida começam as evidências do Sobreiral. Exemplares raros, alguns contando mais de 200 anos de histórias, elucidam a coexistência de espécies florestais e os resultados positivos da sua preservação.

Não muito longe, a casa florestal e os viveiros abandonados são memória de tempos em que a floresta era fonte de riqueza e de trabalho de um povo.

Pela antiga estrada que ligava São João do Monte a Covelo e por caminhos rurais voltará ao ponto de partida.

Ainda que relativamente longo, a realização deste percurso é aconselhada a famílias com crianças pequenas. Pode ser realizado durante todo o ano mas tenha especial atenção aos meses mais quentes do verão e ao piso escorregadio durante os meses mais chuvosos.

PR5 - ROTA DAS POLDRAS

  • DIFICULDADE: 3
  • ATIVIDADE: CAMINHADA
  • TIPO DE ROTA: CIRCULAR
  • DURAÇÃO: 2:30 HORAS
  • DISTÂNCIA: 8.500 m

O percurso desenrola-se pelas vias rurais da aldeia de Souto de Lafões, datadas do início do século XX e ladeadas por muros de pedra talhada, sinónimo de riqueza e da existência de famílias abastadas. Esta viagem começa junto à igreja de São João Baptista, classificada como Monumento de Interesse Público e um dos pontos de interesse do concelho devido à sua riqueza artística. A empreitada medieval é testemunhada na cabeceira e na cachorrada. Os afrescos no altar-mor são obra do século XVI, mas é a obra barroca, a exuberância da talha dourada, a torre sineira e o coro que mais se evidenciam no templo atual.

As poldras da igreja e os carreiros antigos ficaram até aos dias de hoje e sobressaem entre as casas apalaçadas com registos de ligação à família real (casa de Bragança), como marca de tempos gloriosos e de poder.

Seguem-se antigos caminhos que conduzem a quintas tomadas pela floresta de folhosas, onde predomina a sombra dos carvalhos e castanheiros, juntando-se a frescura dos ribeiros e nascentes, lugares para repouso e observação da biodiversidade. Tempos de outrora, guardados com nostalgia na memória dos habitantes mais velhos. Longe vai o tempo em que era destas quintas que saía o sustento das numerosas famílias rurais e que dependiam totalmente da agricultura. Hoje são recantos de uma beleza única, que renascem em cada curva, interrompida, por vezes, pela ação do homem.

Descendo ao Cunhedo que foi em tempos lugar de passagem obrigatória para as deslocações até à outra margem do rio Vouga, utilizando-se como ponto de passagem carreiros ou caminhos que conduziam à antiga ponte do Cunhedo associada a lendas e aos frades do Mosteiro de São Cristóvão de Lafões.

Segue-se o troço na margem do rio, pelo Percurso Interpretativo do Cunhedo com toda a informação relativa à fauna e flora desta área geográfica, ilustrada com imagens nos painéis informativos. Não muito longe, surge o Porto de Areias, um importante ponto de passagem para chegar à povoação de Covelas e onde sobrevivem mais umas poldras.

A última etapa do percurso desenvolve-se pelas margens da ribeira de Varzielas, passando pelo poço da Sertã, onde a paisagem é dominada pelo verde e pelos blocos de granito.

Percorrendo levadas e carreiros antigos, vincados pelo homem que por ali passava diariamente, suportando o peso da ida e vinda aos moinhos, agora em ruínas e onde o canto dos pássaros é hoje a única companhia. As poldras do “Coixo”, denominação popular para a ribeira de Varzielas, rematam a passagem na linha de água deixando para trás os densos bosques, onde sobressaem os carvalhos e a frescura dos rios. Daqui atravessamos novamente a aldeia até ao ponto inicial.

A realização deste percurso pode ser efetuada por famílias com crianças, mas mas cuidado com os pontos mais perigosos e escorregadios. Este percurso pode ser realizado durante todo o ano, mas tenha especial atenção aos meses mais quentes do verão e ao piso escorregadio durante os meses mais chuvosos.

Locais a Visitar

INSCULTURA DO CABEÇO

Sítio arqueológico de Arte Rupestre, descoberto em 2006; está localizada junto à Estrada Nacional 16.

Trata-se de uma rocha granítica, que ostenta na sua superfície um conjunto de sinais gravados: duas covinhas ou fossetes, um círculo concêntrico com cinco anéis e um par de pediformes. Apesar de frequente, este reportório figurativo é de interpretação difícil.

DÓLMEN DE ARCA

Este monumento funerário do Neocalcolítico, de câmara poligonal, é constituído por três esteios em posição ligeiramente na vertical, com outros já danificados, sobre os quais assenta a tampa, protegendo o espaço interior. Têm de altura cerca de 4,5 metros e a tampa 4,20 metros por 3,20 metros. Está desprovido de corredor e mamoa. Abundam as lendas e histórias associadas a este monumento megalítico, que a ingenuidade e desconhecimento das gentes locais criavam para tentar compreender a existência de tão magnífico exemplar.

Está integrado no percurso do PR4 Rota dos Caminhos com Alma.

MURADO DA VÁRZEA

Recinto amuralhado/povoado fortificado localizado na Serra do Ladário, a cerca de 600 metros de altitude. Este espaço amuralhado tem uma posição de domínio visual da região circundante. O interior das muralhas terá sido utilizado por pastores proto-históricos que se serviam das muralhas para proteger os seus rebanhos dos animais selvagens e de saques por parte de povoações vizinhas. No interior destas não foram encontrados quaisquer vestígios de ocupação permanente do espaço pelo homem, embora alguns populares da vizinhança tenham revelado que foram encontrados fragmentos de cerâmica.

A estrutura da muralha, feita em pedra solta de granito, ainda se define com clareza. Esta limitava dois morros e o recinto interior. A muralha, no lado Norte, estende-se por mais de 150 metros, onde ainda se identificam duas entradas, a estrutura a Sul, com grandes afloramentos graníticos, é de difícil acesso.

DÓLMEN DE ANTELAS

O Dólmen de Antelas está para a arte pré-histórica como o teto da Capela Sistina está para a arte renascentista italiana. Em Antelas, há um prodígio da criatividade humana.

Este monumento foi descoberto em 1917 pelo eminente geógrafo, Amorim Girão, que aqui procedeu a escavações. Contudo, foram os trabalhos arqueológicos levados a cabo 40 anos depois, em 1956, por Luís de Albuquerque e Castro, Octávio da Veiga Ferreira e Abel Viana, que deram a conhecer ao mundo a verdadeira importância deste dólmen.

Classificado como Monumento Nacional, este dólmen é o expoente da arte megalítica europeia, não existindo outro monumento conhecido que possua um tão grande e preservado conjunto de motivos pintados e gravados. É, provavelmente, o dólmen português mais conhecido internacionalmente.

A sua importância prende-se, sobretudo, com o facto de ostentar um conjunto de fantásticos motivos pintados a vermelho e preto com mais de 5 000 anos, no interior da câmara funerária.

Foi concluído, no final de novembro de 2020, o Projeto de Conservação e Preservação do Dólmen de Antelas; com o financiamento de 50% pelo PDR2020 – Renovação das Aldeias, candidatura via A.D.D.L.A.P.

Nota: As visitas ao interior são restritas e efetuadas por marcação prévia para o n.º 961 786 064 ou e-mail [email protected]

ONDE COMER

Supergrill Churrasqueira

Contacto: 918 403 372

E-Mail: [email protected]

Latitude: 40,73215 | Longitude: -8,3043

Como Antes

Contacto: 232 097 149

Latitude: 40,71176 | Longitude: -8,18157

O Poeta

Contacto: 232 070 076

E-Mail: [email protected]

Latitude: 40,78498 | Longitude: -8,25035

Sítio do Costume

Contacto: 232 761 068

Latitude: 40,73243 | Longitude: -8,17652

Retiro Dom Alves

Contacto: 232 762 225

Latitude: 40,72149 | Longitude: -8,16286

Refúgio dos Petiscos

Contacto: 912 297 218

Latitude: 40,72769 | Longitude: -8,17417

Quinta das Delícias

Contacto: 914 720 682

E-Mail: [email protected]

Latitude: 40,70836 | Longitude: -8,15214

Pizzaria La Piazzeta

Contacto: 963 594 684

Latitude: 40,73228 | Longitude: -8,1748

Petrogravo

Contacto: 232 752 378

Latitude: 40,7019 | Longitude: -8,24588

Os Lafonenses

Contacto: 232 762 259

Latitude: 40,73523 | -8,175

Os Curralitos do Peleiro

Contacto: 232781189

Latitude: 40,73414 | Longitude: -8,2507

Sítio do Costume

Contacto: 963 594 684

E-Mail: [email protected]

Latitude: 40,73228 | Longitude: -8,1748

Os Amigos

Contacto: 232 781 300

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O Solar

Contacto: 232 761 382

Latitude: 40,73183 | Longitude: -8,17385

O Salgueiro

Contacto: 232 861 532

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O Pelicano

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O Grande

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O Girassol

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Luciana

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Grelha da Rocha

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Dom Confrade

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Churrasqueira Ribeiro

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Arpuro - Restaurante & Bar

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A Viela

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