VISITAR EM OLIVEIRA DE FRADES

>

PR2 - ROTA DO GAIA

HOME » TRILHOS

DIFICULDADE: 3

ATIVIDADE: CAMINHADA

TIPO DE ROTA: CIRCULAR

DURAÇÃO: 2H30

DISTÂNCIA: 7.300 m

 

FICHEIRO KML

FICHEIRO GPX

FLYER

 

(+351) 938 360 056

[email protected]

Introdução

A ligação entre a natureza, os vestígios recentes da presença humana e as histórias de um passado mais longínquo fica bem patente em todo o percurso.

O percurso começa na antiga estação dos caminhos de ferro (atual sede da Associação: Nova Geração - Grupo Cultural e Recreativo das Maias), em Arcozelo das Maias e após um pequeno “desvio” pelo meio da aldeia, percorra parte da antiga linha do Vouga. Vagueando pelas leiras ainda cultivadas, pelos caminhos agrícolas dos moinhos e antigas levadas chega-se a um dos locais de maior importância e simbolismo para os habitantes da freguesia, o Castro da Coroa. Com todas as histórias de um passado longínquo e de achados com maior ou menor relevância, continue a descida pelos sucessivos socalcos - outrora terrenos de cultivo – e chegará, ao rio Gaia.

Enquanto se habitua à água a fluir, contemple a deslumbrante queda de água da foz da ribeira da lavandeira e sua paisagem envolvente. O percurso prossegue e nesta porção está sobreposto ao percurso OFR1 Rota dos Rios e Levadas. Para os olhares mais atentos, são muitas as marmitas de gigante (erosão provocada pela água nas pedras), de vários formatos e tamanhos, encontradas no leito do rio.

O som da água corrente e o cantar dos pássaros continua a acompanhar esta aventura e, com paciência e algum tempo, é possível observar o guarda-rios que, sem descanso, patrulha as margens do Gaia. À medida que se aproxima do Percurso Interpretativo do Gaia, avista-se a imponente ponte do Gaia que serve a estrada nacional 16 (EN16). A montante encontra-se a ponte de Coifas, uma ponte medieval que integrava a antiga estrada real, assente no espelho de água, que facilmente nos transporta para um cenário bucólico.

Com uma breve passagem no "caminho da Rainha" - estrada nacional substituída pela EN16 – inicia-se a descida, em grande parte, observando o trilho percorrido no sentido ascendente e do outro lado do rio. Na paisagem ribeirinha sobressaem os vários moinhos em ruínas e suas levadas, vestígios de como o homem e a Natureza outrora operaram em harmonia.

Pode ser realizado durante todo o ano mas tenha especial atenção aos meses mais quentes do verão e ao piso escorregadio durante os meses mais chuvosos.